Hoje é dia da Bandeira! Há cerimômias oficiais para queimar as bandeiras nacionais velhas e desgastadas, em unidades militares. Se considerarmos que a bandeira é um símbolo nacional, a queima representa a eliminação do desgaste para a substituição pelo novo: a renovação do símbolo.
Um símbolo que se renova pelo próprio movimento da sociedade. Na década de 80 (do século passado), a bandeira apresentava 23 estrelas. Acima da faixa onde se lê o lema nacional "Ordem e Progresso", a estrela Spica, que representava o Estado do Pará, encontrava-se isolada. Ainda está.
O Estado de Tocantins já tem sua estrela, de forma que atualmente estão situadas 27 estrelas na bandeira.
Spica permanecerá só? Ou o Estado do Pará será desmembrado pela vontade popular que será conhecida após o plebiscito de 11 de dezembro, tornando necessárias mais estrelas? As ideias circulam e transformam nossos símbolos e reconstroem nossa identidade.
A transformação cultural é muito importante para que a ideia que o símbolo transmite permaneça atuante e plena de significado. Em pesquisa em imagens no site de buscas Google há várias leituras da imagem da bandeira nacional, entre as quais há a tradicional imagem veiculada pelo Ministério do Turismo.
Em termos de socialização de ideias e divulgação, o uso de recursos digitais em computadores pessoais permite manipular as imagens gerando efeitos que possibilitam veicular mensagens ecológicas, indignadas, humorísticas; o que demonstra que nossa bandeira é um objeto de reflexão.
A transmissão dos conceitos associados aos símbolos da bandeira nacional também gera boas campanhas, como por exemplo a do S.O.S. Mata Atlântica, que promove a conscientização ecológica e mobiliza ação e reflexão, como no site Click Árvore.
Para saber mais sobre as estrelas: Observatório Nacional


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