domingo, 15 de abril de 2012

Projeto Boi Verde-Amarelo


O consumo de carne bovina aumentou consideravelmente. O que nos leva a refletir sobre a sustentabilidade, já que a demanda tende a pressionar a produção.
O Projeto Boi Verde Amarelo é uma das propostas de pesquisadores para a sustentabilidade.
Diversos são os motivos:
- recuparação de áreas degradadas e preservação da biodiversidade;
- manutenção de processos menos nocivos para a criação de rebanhos;
- atendimento da demanda com produtos de origem confiável.

Segundo o site Observatório do Clima:

"O manejo de solos e a recuperação de antigas pastagens poderiam evitar a dinâmica de esgotamento de solos e abertura de novas áreas de produção, assim como atividades de caráter agrosilvopastoril, que combinam o cultivo de gêneros agrícolas de ciclo curto e médio com a produção de animais, poderiam ajudar na manutenção do equilíbrio ecossistêmico."

Vale lembrar que boi verde é uma solução muito semelhante à Boi Orgânico, mas há diferenças.

Boi orgânico é o termo usado para designar o gado criado em sistemas agroecológicos, onde não se emprega agrotóxicos no pasto, nem adubação química - a fertilização do pasto é feita com o esterco dos animais. O chamado boi orgânico também é tratado com medicamentos homeopáticos, a exceção da vacina contra febre aftosa, que é obrigatória por lei. É permitido o uso de sal mineral e inseminação artificial. A única semelhança é o uso do pasto.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Fabula sabio e a Vaquinha



Memo Aula Origem dos Açougues

O ser humano sempre teve o hábito de alimentar-se da carne pois é onívoro, ou seja pode consumir tanto produtos de origem vegetal como animal. Na pré-história, com a descoberta do fogo e de instrumentos o ser humano deixou de ser coletor para ser, também,  caçador, utilizando animais na sua alimentação. Carne, leite e ovos são as fontes básicas de proteína para o homem em função do alto valor biológico das mesmas.
O criação de animais trouxe, para o ser humano, maiores possibilidades de abastecimento, entretanto, no passado, havia a questão da conservação dos alimentos.
A defumação, com utilização de ervas e temperos,  foi uma das primeiras possibilidades de conservação, seguida da salga e da conservação em gordura (banha) animal, de forma que porções de carne animal podiam ser transportadas em longas distâncias.
O surgimento do comércio favoreceu o desenvolvimento de técnicas de abate e corte, de conservação e transporte. Tendo prevalecido, no início, o fornecimento de carnes de caça e animais de pequeno porte. A medida que as feiras na Europa, durante a Idade Média, tornavam-se maiores, começaram a surgir pessoas especializadas no abastecimento de carne animal.
Conforme notação da Wikipédia, a palavra açougue vem do árabe "as-soq", que significa mercado ou feira e foi usada para designar as casas de venda de carne. O primeiro registro do uso dessa palavra na língua portuguesa data de 1254, na forma "azougue". Pouco depois o vocábulo evoluiu para "aaçougue", para então finalmente passar para o atual açougue. Os açougues medievais eram localizados em casas familiares e o trabalho era quase artesanal.
A utilização da refrigeração era bastante limitada, pois era preciso transportar gelo natural em blocos para utilização em câmaras, os primeiros motores surgiram no final do século 18. Somente no início do século passado foi possível criar um modelo doméstico, que evoluiu para os refrigeradores e freezers atuais.
Por razões econômicas o aproveitamento integral do animal abatido promoveu a seleção de partes da carne, de forma que há as carnes de Primeira, carnes de Segunda e Vísceras (intestino e outros órgãos).
Ao longo da formação dos hábitos alimentares, o consumo de carne adquiriu particularidades regionais. De acordo com a disponibilidade dos tipos de carne, há diversos tipos de consumo: Carnes vermelhas, carnes brancas, carnes nobres, carnes exóticas, carnes maturadas, carne de sol, carne de charque.

Lembre-se caçar é proibido por lei, no Brasil, salvo questões de sobrevivência.