Os ratos são considerados pragas urbanas. Mas, como todo ser vivo, tem um ciclo de vida definido por funções biológicas: nascer, nutrir-se, reproduzir-se, constituem aspectos essenciais para a permanência do indivíduo em um ambiente.
Para Camila, Luana, Francisco, Angela, Raphael ... e , também, para os outros!
O uso de controle químico cria problemas em relação à contaminação ambiental, conduzindo para uma outra variável: a adoção de medidas preventivas.
Ainda não inventaram o anticoncepcional para ratos, mas os animais, dados os seus instintos primários, possuem controles internos que faz com que evitem a reprodução enquanto o ambiente não é favorável. A falta de nutrientes reduz as possibilidades de manter gestações saudáveis, a prole enfraquece. Portanto reduzir a oferta de alimentos e nutrientes, a oferta de água, contribuem para reduzir a presença de indivíduos de qualquer espécies (ratos, baratas, aranhas, etc).
Outra forma eficaz de combater as pragas urbanas é reduzir as possibilidades de abrigo e tráfego. Manter os espaços limpos, sem buracos e frestas, dificulta o tráfego de pequenos animais. Quanto aos abrigos, recomenda-se identificar e reconhecer as formas de constituição de ninhos e tocas.
Em grandes cidades, o problema se avulta, pressionando os governos locais, entretanto é preciso colaborar desde o núcleo familiar.
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